06 março 2011

não sabes [e nunca saberás] o quão dói, tudo isto, na tua ausência.

Oiço-os lá ao fundo. Vêm desfilando cobertos de cores berrantes e chapéus na cabeça. Dançam como sabem. Sorriem com uma boca maior e diferente da dos outros dias. Alguns também usam o cabelo mais comprido e com outra cor. As farturas, ainda no óleo, vêm bater-me à janela. Há uns anos os carnavais eram outros... Sentávamo-nos frente a frente numa qualquer esplanada a vê-los passar. Rias e fazias-me rir. Os carrósseis enchiam-se, e enchem-se , de crianças. O corso lá passava todo animado. Nem lhes notávamos os arrepios, nem sequer se encolhiam. As ruas cantam num português diferente, aquele outro portugês mais a oeste do nosso. O frio, ai o frio...mantém-se! As vozes parecem fazer eco quando lançadas nos megafones, tornando-se imperceptíveis. Uma queixa à autarquia. Elas e eles rebolam as ancas e mexem os pés desconcertadamente. Eu hoje fico-me por casa. Aqui está quente e o sol entra pelo lado contrário. Talvez ao anoitecer desça a rua e pare numa daquelas roulottes. "bifanas, couratos, cachorros e hambúrgueres/Imperiais e sumos com gás" Finjo ler, destes metros que nos distancia, o que já tenho decorado na mente. E o Carnaval é isto quando não estás... é lá bem ao fundo.



Mas tu não sabes o que isto é... porque não sabes [e nunca saberás] o quão dói, tudo isto, na tua ausência.

08 novembro 2010

as saudades que deixaste.

Um segundo para serem horas certas. Um ponteiro mais acelerado ultrapassa outro. As horas vão passando desde aquela em que nos deixaste. Tem estado sol e chuva, calor e frio. Hoje parei à frente da escola, onde nos costumávamos cruzar, eu vinha do almoço e tu ainda ias almoçar. Vi miúdos a correr, também eles iriam almoçar. As saudades que deixaste não cabem nas suas mochilas. Nem no sitio onde te colocaram. As tuas piadas ficaram no nosso ouvido, às vezes contamo-las. Rimos um bocado e o silêncio instala-se. Falta a tua voz. Perder-te foi perder um bocado de todos nós, um vazio que se tem preenchido por tantas memórias. Ficou tanto de ti. Ontem, o Benfica perdeu com o Porto! Parece que estou a ver a tua expressão de desilusão. As pessoas comuns dizem que tudo continua igual: as ruas, o largo, as pessoas, o café, a praça, a marginal… Diriam que de novo só o facto de o circo ter chegado à vila. Mas desde aquele dia, amigo, tanta coisa mudou. Sentei-me várias vezes à espera de conseguir escrever algo. Pronunciei na minha mente o teu nome e falei contigo. Sabes? Teríamos dado um pouco de todos nós para continuar a ter-te por completo. Salvar-te-íamos a vida se soubéssemos como. Todos se lembram de ti, na verdade ainda não te foste. Nunca irás! Estás em todo o lado, há um local especial em todos nós onde te colocaste. Mais à direita ou mais à esquerda, mais acima ou mais abaixo. Depende do tamanho de cada um de nós. Seria tão melhor se esse local fosse naquela esplanada, na cadeira à nossa frente. Um dia, uma semana, duas semanas, três semanas, meses, anos vão passar. Alguns vão envelhecer, outros vão crescer mas tu permanecerás jovem e baixinho. Disseste-nos que estarias sempre aqui para nós e nós prometemos o mesmo… E assim será! Encontrar-nos-emos sempre naquele local onde, aí sim, permaneceremos sempre juntos.

17 outubro 2010

Como é bom amar.

Frases sem sentido, inaudíveis entre linhas e carris. Sorrisos e gargalhadas desconhecidas. Os bancos enchem-se de pessoas incógnitas, faces pálidas. Nada me dizem, estes rostos. Passam homens e mulheres, apaixonados e descomprometidos. Como é bom amar, se o amor for aquele banco onde ninguém se senta. Fico comigo mesma, que já nem a tua ausência está presente. Porém, ainda me fazes falta. De todos aqueles que conheci, de todos os que beijei, de todos os que fiz amor, de todos os que me apaixonei, contínuas a ser o que me faz falta. Desculpa a minha vulnerabilidade. Os anos passaram meu amor e é urgente voltar a amar. Voltei a viver com todos eles, como se o mundo tivesse sido criado só para mim. Fizeram-me feliz por instantes. Depois, todos eles me abandonaram, e eu deixei! Nunca lhes disse que os amava porque não o soube. Como é bom amar, se o amor for nos apaixonarmos um bocadinho por cada pessoa. Não dói acabar, dói não recomeçar. Porque em cada minuto após as suas partidas, vem a dor tremenda da tua ausência. Como é bom amar, se amar for um olhar destemido à mesa, durante a refeição. Como é bom amar, se amar for ouvir todos os nomes e só um ficar na memória. Como é bom amar, se amar for sorrir ao saber noticias tuas. Como é bom amar, se amar for saber que estás feliz e de bem com a vida. Como é bom amar, se amar for só contigo.





sugestão:

30 junho 2010

ficará sempre para mais tarde.

Às vezes não sentimos nada, à força de pensarmos tanto. Uma esquina vazia outrora preenchida de gente. As certezas são vãs. Assemelho-me àquele velho entediado. Àquele velho que não sabia o que queria. Àquele velho que não tinha nada para fazer. Àquele velho que nada tinha para pensar. Àquele velho que não sabia o que sentir. Àquele velho que não sabia o que saber. E eu que o invejava! Um dia, mais tarde, cruzar-nos-emos. Dirás um “olá” e eu retribuirei com um sorriso [que isso nunca me falte] Depois guardarás dez minutos na algibeira e eu outros dez. Vinte minutos perfeitos em que vamos rir, falar, lembrar as manhãs, tardes e noites, gritar o nome de uma qualquer pessoa que nos acabamos de lembrar, descrever o locais e dias. No fim haverá um momento de silêncio em que vamos prometer entrar em contacto, um outro dia. Acenas-me com a mão e levarás em ti mais um pouco de mim. Tudo o que vivemos ficará nas nossas memórias, incapazes de fazer voltar atrás e preguiçosas de fazer acontecer outra vez. A distância vai-nos separar e não é a física, essa seria mais cómoda. As ruas enchem-se de pessoas, cruzam-se olhares, respirações, angústias, odores e pensamentos. Eu continuarei o meu caminho e contarei os anos que passaram. Tu pararás mais à frente, à espera que mais alguns anos te atropelem. Empurraremos as memórias e lembrar-nos-emos de quando nos sentávamos na mesma mesa, de quando conversávamos sobre os mesmos assuntos, de quando caminhávamos nos mesmos corredores, de quando tínhamos a mesma rotina, de quando gastávamos mais do que vinte minutos em conjunto. Quando olharmos paras as fotografias e recordarmos os tiques de cada um, seremos apenas os “amigos do passado”. O que vivemos nunca será o suficiente e acabaremos incompletos, incumpridores, desonestos e incompetentes por jurarmos amizade eterna quando, nem tu nem eu somos imortais.

Já dizia aquele velho.

08 abril 2010

por favor, não vás!

Deslizamos no alcatrão fresco de uma tarde de calor. Os nossos passos sincronizam-se como atacadores desapertados. Uma madeixa mais loira do que a outra nesse teu metro e setenta. Observa tudo isto que um dia acabar-se-á. Inspira este ar e aconchega-te nestas ruas. Pinta-te na minha cervical. Dou-te a mão num acto invisível para que não vejam, para que não sintas. Tens o hálito de um café que deixaste esfriar um pouco. Falas-me de coisas triviais, do que amas e do que odeias. Espero o meu nome, cerrado entre os teus dentes. Por agora deixa-te ficar assim, aqui. Dá-me tempo, só mais umas horas. Vamos por aquelas ruas, que o caminho é mais longo. Dois homens passeiam-se na preguiça da calçada. Ultrapassa-los, eu fico para trás. Dou dois passos apressados, não te quero perder. O vento começa a soprar, grãos de areia soltam-se, pestanejas e choras. Deixa-me aproximar, sopro um pouco – mais leve que o vento – e mais um pouco. Desço e volto a subir. O verde mistura-se e o castanho substitui-se. Agradeces e limpas os olhos com a manga tingida de uma qualquer cor. Caminhamos como vizinhos encostados a paredes invisíveis. Seremos para sempre vizinhos de terras perdidas no mapa. Lembra-te que vivo a quilómetros do mar e tu do outro lado, de costas voltadas na diagonal, também o consegues ver. Dá-me tempo, só mais uns minutos. Pões as mãos nos bolsos e caminhas, pernas arqueadas em cima de uma silhueta delgada. Falas e eu já não te oiço. Se tu ao menos soubesses ler-me a mente. Conjugamos diferentes construções frásicas, tempos verbais e aspectos gramaticais. Calcula 1+1 que a Matemática sempre foi universal. Fixas o painel de quem parte e de quem chega. Dá-me tempo, só mais uns segundos. Dá-me tempo, que ainda não o disse. Levo o copo à boca. Talvez numa outra qualquer tarde de Verão o saibas mas agora...


por favor, não vás!

17 fevereiro 2010

Oxalá soubesses que dormes comigo todas as noites.

Folhas brancas, vazias sem ninguém as preencher. Assim tem sido durante tempos e tempos. Várias canetas pousadas. Tinta preta que seca, uma tampa perdida num qualquer canto. Nem uma virgula ou um ponto a acrescentar. Sílabas soltas que não se unem, verbos sem conjugação. As palavras congelam na garganta, está tanto frio lá fora! As pessoas são como peças naquele tabuleiro. Brancas e pretas. Altas e baixas. Gordas e magras. Jogam umas com as outras, oxalá soubéssemos jogar xadrez. Fico por casa com teorias e teóricos encontrando explicações para os efeitos e influências através de correntes e abordagens, sociológicas e psicológicas. Manuscritos, linhas de cada cor e sublinhados. Um copo meio vazio ao lado de um bloco de linhas vazias. Um cigarro por acender, um isqueiro enferrujado. Se ao menos soubesses o quão custa a acender, como folha de plátano no orvalho da neblina da manhã. Aproximas-te. Símbolos e outros tantos caracteres iluminam-me o olhar, consegues descodificá-los? Verdes e castanhos, retina banal como todas as outras. O sol corre para oeste. Do outro lado alguém acorda, os minutos espreguiçam-se num tom irritante. Dizes “até amanhã”. E nesse espaço de tempo és como o sol, num outro qualquer lugar onde não o avisto, com outro alguém que não conheço, passando por ruas por que nunca passei. Valerá a pena pagar a conta? Despe-te e vem-te deitar ao meu lado. Digo “boa noite”. A escuridão cega-nos os olhos, porque a mente não cega. Estás ai e consigo sentir-te. Aproxima-te, abraça-me na vertical. Um céu azul claro que partilhamos. Chegas do lado oposto àquele que te despediste, “Bom dia!”.

Oxalá soubesses que dormes comigo todas as noites.

22 outubro 2009

life is about two gates.

Sometimes I break, but I break like a glass, not completely broken, just some pieces fall down. Everything is always turning. Past to present, present to future. And when we start to feel the present, to enjoy it, is time to go again and leave it in another past. Our mind is always changing, our time is always been wasted by hours, minutes and seconds. Sometimes I want to be another someone, I want to live another life; I want to step another floor; I want to love another person. Today I woke up with a hard feeling, but not destructive feeling, just hard. The kind of feeling which you feel you can’t swallow. Or at least, is so hard to swallow. People catch me on every corner, cars accelerate on this early morning, wind is hot,warming me up. But is still cold. It’s a cold from inside. Incapacity of moving, uncared sensation, ordinary days are coming. I left a kind of passion somewhere around the sky. I always leave something in somewhere; I always miss something in somewhere. It seems I have to restart; I have to learn something again. And it’s so hazy now. More than missing people or places is missing me. I miss myself in every streets of that town. Now I feel the canal crossing me, my inside. But this is not about coming back, is always about still feeling there. I always leave a part of me in everywhere and everybody. But I realize life is about two gates. And this is just a wonderful rough feeling.

30 maio 2009

Remexo-me

A partir do vazio das paredes, do cheiro primaveril das pétalas, dos olhares intrigados e das vozes desconhecidas, começo outro livro. Sentada onde ninguém me pode alcançar, onde só o céu me consegue tocar. Devaneios numa chávena de café. [não muito amargo] Escrevo e apago. Colo e corto. Nada parece sair perfeito. Apenas hoje, somente hoje [como será amanhã?] As sílabas atropelam-se com o cheiro da canela. Alguém passa, a écharpe cobre-lhe a face. Hoje queria ficar por aqui, só hoje. Desenho linhas tortas, nunca se endireitaram. Às vezes até sabe bem estar assim. Incompreensões numa folha desbotada. Perguntas sem resposta num ponto de interrogação. Desassossego numa tábua rasa, onde o castanho já desvaneceu. Comprimido desfeito. Nem tu nem eu sabemos o que isto é. Faz-se tarde [já me chamam lá de baixo]. Estar sozinha no mundo não me agrada, mas apazigua-me. Perdi os botões desta camisa. Já reparaste? Hoje pintei as unhas. Pus um decote mais acentuado. Vou ficar um pouco mais por aqui, só para poderes pousar esse olhar no brilho do meu pescoço. Buzinam lá em baixo, pessoas atarefadas. Perdem-se na rotina de quem não sonha. Encosta-te neste rasgão e promete-me remendá-lo. Inclina-te um pouco para a esquerda ou para a direita. Fi-lo para ti. Um aroma não muito vulgar consome-me o corpo. Se a minha mente tiver algum cheiro, é este mesmo! Uma planta qualquer que se esfomeou há tempos atrás na minha retina. De que cor é o brilho daquela garrafa? Não me digas que transparente. Nunca gostei que o fosses. Um homem grita irritado. Uma mulher berra na janela do carro. Uma criança chora. As sirenes ouvem-se ao fundo. Caótico meu amor? Desculpa! Sinto os dedos tremerem. Um timbre forte rasga-me o ouvido. Poderia ser a tua voz, mas essa não é assim tão forte. Agarra-me. Agita o líquido que me percorre as veias. Uma agulha no vazio. Fumo das oito da noite num ritual de passos. Quem vai mais rápido? Perdi-me nesta multidão. Continuo a descer a rua. Procuro-te. Anseio-te. Grito por ti. Choro. Arranho a alma. Remexo na pele. Golpes mais fundos.







Espero-te lá, às onze da noite.


26 fevereiro 2009

Um mês depois...

Um mês depois. Trinta dias, setecentas e vinte horas passaram. Lembro-me que os nervos me invadiam, a lágrima de tristeza no canto do olho, um aperto enorme no peito e uma vontade de conhecer o desconhecido. Eram estes os sentimentos que me percorriam o corpo naquele dia: 26 de Janeiro de 2009. Um dia que de certo não irei esquecer. Tudo era tão novo, tudo era assustador. As primeiras horas não foram fáceis! A primeira semana não foi fácil. E escrever “não foi fácil” é quase que um eufemismo. Não me lembro de ter chorado tanto como naquela semana, de me sentir tão perdida e confusa como naquela semana, semana essa que me fez aprender mais sobre mim e sobre as pessoas, do que em vinte anos de vida. Parece apenas uma frase poética mas é a verdade. Chorei noites e noites, acordava com um sentimento de “não é isto que quero”, “valerá isto a pena?”. A solidão assusta tanto. A incapacidade de nos levantarmos é quase que mortífera. A fraqueza de um espírito julgado forte é humilhante. Muitas foram as palavras, até aquelas de quem nos conhece há horas “ Stay with us”, “Your dream is coming true”, umas mais doces, outras mais amargas; umas ditas outras apenas escritas; as vozes; os olhares; os momentos; os arrepios na pele; as dores de barriga; as lágrimas e os sorrisos, a reflexão de luz apagada e acesa: tudo contributos para uma decisão para toda a vida! Fiquei. E após trinta dias todas as respostas vêm “ Claro que vale a pena!”. As aprendizagens irrompem-me o vocabulário todos os dias a todos os minutos, a partilha de conhecimento [ e este não vem nos livros] e as várias pronúncias, culturas diversificadas, os pratos uns mais picantes do que outros, as experiências simples e complexas, uma rotina diária que parece sempre uma novidade, o trocar dos “Bons dias” com “Good morning”, a alteração das horas [até isso me faz bem]. Experiência que ainda vai no inicio e já me deu tanto para aprender. Porque ERASMUS é nada mais do que isto: Aprendizagem. Aprender uma nova cultura, aprender uma nova língua, aprender a lidar com as pessoas, aprender a cozinhar todos os dias, aprender o programa da máquina de lavar, aprender os caminhos, aprender a ser responsável de si mesmo, aprender a estar sozinho. Toda esta vivência tem sido ambígua, tem tido mais do que um significado. Ora sorrir, ora desfalecer. Ora acordar cedo, ora acordar tarde. Ora chá, ora chocolate quente. Ora conversas sérias, ora conversas parvas. Ora programas culturais, ora entretenimento. Ora a pé, ora de bicicleta. Ora ajudar, ora ser ajudado. Ora ser eu, ora ser outra pessoa. Ora cachecol, ora gola alta. Ora chuva, ora neve. Ora europeus, ora asiáticos. Ora doce, ora amargo. Ora forte, ora fraco. Ora deitar às 23h, ora deitar às 3h. E estou a adorar! A vida devia ser sempre assim, uma mistura de significados, culturas e pessoas [ e nem sempre o é]. Já tantos foram os momentos em tantas nacionalidades possíveis. E as gargalhadas, aquelas controláveis ou aquelas incontroláveis. Os momentos de silêncio que me fazem pensar “ em Portugal isto não costuma acontecer”. Adaptação e hábito, duas palavras que andam de mãos dadas comigo [na mão direita]. A saudade já aperta é verdade. Da mãe, das irmãs, das amigas, das pessoas rotineiras, da língua, dos cozinhados, dos cheiros, de tomar banho “de banheira”, de discutir com as irmãs, de rir com as amigas, de parvejar em português, de andar de comboio, de um beijinho ou de um abraço. Mas também sei VOS tenho de mão dada comigo[na mão esquerda].
A saudade é vossa! [ cliché: vocês sabem quem são]
Um obrigado nunca é suficiente, um adoro-vos sempre é mais bonito.


Post scriptum:
Um dia, muito antes de tudo isto acontecer alguém me disse:

" Isto nao é dificil. Liçao nr 1: Pensar SMP "EU CONSIGO". Liçao nr 2: "EU CONSIGO ADAPTAR-ME, EU CONSIGO SUPERAR, EU TENHO DE ALCANÇAR OS OBJECTIVOS" Liçao nr 3:"Eu fui escolhida no meio de tanta gente por que motivo?".Liçao nr 4:"Se eu fui escolhida é pq mereço este lugar". Liçao nr 5: "É uma experiencia q me: 1. fará crescer; 2. fará de mim uma pessoa melhor; 3. enriquecer o meu curriculum; 4. irá distinguir num meio competitivo como este; 5. fará abrir e conhecer novos horizentes; 6. ter uma perspectiva da vida e do mundo mais alargada. Os pensamentos sao estes."

Copy past perfeito ;) Obrigada